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domingo, 17 de julho de 2011

A dupla imbatível!


Alison e Emanuel superam baiano suíço e chegam ao 5º ouro no ano

Brasileiros fazem 2 sets a 1 sobre Heuscher e Bellaguarda, nascido em Salvador, no Grand Slam de Moscou, a oitava etapa desta temporada

Alison e Emanuel (Foto: Divulgação/FIVB)Alison e Emanuel tiveram dificuldades na final contra a dupla da Suíça (Foto: Divulgação/FIVB)

Alison e Emanuel estenderam o poderio nesta temporada do Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Os líderes do ranking mundial faturaram o título do Grand Slam de Moscou ao derrotar, neste domingo, os suíços Heuscher e Jefferson Bellaguarda (este nascido em Salvador e naturalizado) por 2 sets a 1 (21/16, 18/21 e 17/15). Agora, os brasileiros têm 800 pontos de vantagem sobre os americanos Roger e Dalhausser no ranking mundial, após oito etapas masculinas.
Nos dois primeiros sets, cada dupla dominou, confirmou e venceu. No tie-break, os suíços abriram quatro pontos, mas os brasileiros reagiram e empataram em 12/12. Até um contra-ataque de Alison encerrar a partida em 17/15, com o quinto ouro brasileiro em oito etapas neste ano.
Alison e Emanuel venceram em Praga, Pequim, Roma - esta no Campeonato Mundial, etapa de maiores premiação e pontuação do Circuito, disputada a cada dois anos -, Gstaad e, agora, Moscou.
Nas outras três etapas, os brasileiros terminaram com o vice-campeonato em Brasília, na abertura da temporada, o nono lugar em Xangai e a quinta posição em Stavanger.
Na final em Moscou, os brasileiros duelaram com um baiano suíço. Com 1,93m, Jefferson Bellaguarda forma parceria com Patrick Heuscher, com quem passou a jogar neste ano. Até o ano passado, ele atuava com Martin Laciga.
De 1999 a 2003, Bellaguarda disputou etapas do vôlei de praia com a nacionalidade brasileira. Foi nessa época que conquistou seu único título internacional como brasileiro: em 2002, com Juca, venceu o Challenger de Kiev, etapa de pontuação inferior às do Circuito Mundial da modalidade. Antes, tinha formado dupla com Paulão.
A mudança de passaporte veio após o casamento com uma suíça. Com isso, o jogador passou a morar no país europeu e adotou a nova cidadania. Até 2009, ele ficou ausente do Circuito Mundial, ainda sem regularizar a "nova camisa" nas competições.
Com Martin Laciga, Bellaguarda disputou 24 etapas do Circuito Mundial, de 2009 até a última temporada. O melhor resultado da parceria foi o ouro no torneio satélite de Lausanne, na Suíça, competição com pontuação inferior à das etapas do Circuito. Em Moscou, em 2009, eles foram terceiros colocados no Grand Slam local. Com Heuscher, o vice em Moscou, neste domingo, é o melhor resultado da parceria.
Na disputa de terceiro lugar, os americanos Rogers e Dalhausser superaram os chineses Xu e Wu por 2 a 1 (25/27, 24/22 e 17/15), de virada.
Vitória sobre chineses na semifinal
Ainda neste domingo, mais cedo, nas semifinais, Alison e Emanuel derrotaram os chineses Xu e Wu, vencedores em Moscou no ano passado. Os brasileiros impuseram 2 sets a 0, com parciais de 21/18 e 21/17 (assista ao lado). Na sequência, os suíços Heuscher e Bellaguarda superaram os americanos Rogers e Dalhausser, campeões olímpicos em Pequim-2008, por 2 a 1 (21/16, 14/21 e 15/12), e avançaram até a final do Grand Slam de Moscou.

Ele está voltando...


Timão aumenta oferta por Tevez. 'Estamos otimistas', diz dirigente

Corinthians oferece bônus por títulos ao City, além dos 40 milhões de euros previamente oferecidos. Forma de pagamento também muda.

O Corinthians aumentou a proposta para tirar Carlitos Tevez do Manchester City, e o clube inglês, que havia recusado a primeira oferta, reabriu negociação. Aos 40 milhões de euros (cerca de R$ 90 milhões) previamente oferecidos, o Corinthians somou bônus que seriam pagos ao City mediante a conquista de torneios disputados com Tevez em campo. A forma de pagamento também mudou.
- Agora são quatro parcelas de 10 milhões de euros (R$ 22,5 milhões), pagos com cotas de TV, mais os bônus que seriam pagos com os prêmios que podemos receber. Em tese, não é nenhum real a mais. É apenas o repasse de um prêmio por um título, como o Brasileiro da CBF ou a Libertadores da Conmebol, que iria para o City – explicou Edu Gaspar, gerente de futebol do Timão.
Edu é quem tem intermediado, por telefone, as negociações com o City. Ele está em São Paulo, assim como o presidente Andrés Sanches.
- Não há a necessidade de viajarmos até lá, pelo menos por enquanto – disse Edu.
O dirigente se diz “muito otimista”, apesar de a nova oferta ainda ser inferior à do Juventus, da Itália. A janela de transferências fecha no dia 20 e, segundo ele, o City entende a pressa corintiana. Tevez já disse que gostaria de voltar a jogar no clube paulista.
- Estamos fazendo tudo que está ao nosso alcance para que o Tevez volte a ser jogador do Corinthians.
O atacante está na Argentina, com a seleção de seu país, disputando a Copa América. O técnico do City, o italiano Roberto Mancini, já disse que não vai impor obstáculos à saída do jogador.
Tevez na chegada da Argentina para o treino (Foto: Reuters)O atacante Carlitos Tevez está na Argentina, disputando a Copa América (Foto: Reuters)

Que Pique !

Patrick Ngoie (113) foi o vencedor da Maratona do Rio (Foto: Luiz Pires / Divulgação)Patrick Ngoie (113) no meio do pelotão: ele foi o vencedor da Maratona do Rio (Foto: Luiz Pires / Divulgação)

Corredores militares dominam a Maratona do Rio do Janeiro

O francês Patrick Ngoie e a norte-coreana Kum Ok Kim conquistam as primeiras medalhas de ouro dos Jogos Mundiais Militares 2011


Debaixo de um forte calor, os atletas estrangeiros dominaram a Maratona do Rio, na manhã deste domingo. A prova, que também valeu para os Jogos Mundiais Militares, foi vencida no masculino pelo militar francês Patrick Ngoie e, no feminino, pela militar norte-coreana Kum Ok Kim, que caiu ao cruzar a linha de chegada e precisou ser retirada de maca.
O pódio da Maratona do Rio foi formado em sua maioria por competidores dos Jogos Mundiais Militares. Entre os cinco primeiros no geral masculino, só dois eram civis. Já no geral feminino, das cinco mais bem colocadas, apenas uma competidora não era militar.    
Patrick Ngoie, que nasceu no Congo, foi para a França aos 15 anos e conquistou o primeiro ouro em disputa nos Jogos Mundiais Militares, admitiu que os corredores sofreram com o calor. O vencedor revelou ainda a tática que adotou ao longo do percurso de 42 quilômetros, que percorreu a orla do Rio de Janeiro entre o bairro do Recreio dos Bandeirantes e o Aterro do Flamengo.
- Na primeira metade da prova, fiquei atrás do pelotão para me poupar. Depois me posicionei à frente do pelotão para ver como os adversários iriam reagir, e, a partir do quilômetro 33, senti que dava para vencer, tomei a dianteira e ninguém mais me acompanhou - relatou.
Com a missão cumprida e o ouro no peito, Patrick espera poder aproveitar agora um pouco dos encantos da Cidade Maravilhosa.
- Sempre sonhei em conhecer o Rio. Estou duplamente feliz: pela vitória e por estar aqui. Vou aproveitar a praia e ver as meninas bonitas da cidade – brincou.
Entre os brasileiros, o melhor foi Marcos Alexandre, quarto colocado no geral, com o tempo de 2h19m55s. Conceição Oliveira foi a sexta no geral, com 2h48m20s. Na prova militar, as brasileiras Denise Campos (2h52m05s) e Gisele de Jesus (2h53m33s) terminaram na sétima e nona colocações, respectivamente. O único brasileiro na disputa militar, João Souza, terminou em 10º (2h24m47s).
- Corri a Maratona de São Paulo há 30 dias e não fiz um treinamento específico para a prova carioca. Então, com todo esse panorama, considero o quarto lugar um bom resultado - disse Marcos Alexandre, que disputou a Maratona do Rio pela segunda vez. 
Confira o resultado final da Maratona do Rio:
Masculino geral:
1º) Patrick Ngoie (FRA) - 2h18m17s
2º) Erick Kipromo Kmaio (QUE) - 2h18m27s
3º) Rachid Ghamnoumi (FRA) - 2h18m43s
4º) Marcos Alexandre (BRA) - 2h19m55s
5º) Paul Kosgei (QUE) - 2h20m43s
Masculino militar:
1º) Patrick Ngoie (FRA) - 2h18m17s
2º) Rachid Ghamnoumi (FRA) - 2h18m43s
3º) Paul Kosgei (QUE) - 2h20m43s
4º) Arkadiusz Gardzielewski (POL) - 2h20m52s
5º) Song Chol Pak (CON) - 2h21m59s
Feminino geral:
1º) Kum Ok Kim (CON) - 2h35m22s
2º) Yanan Wei (CHN) - 2h36m19s
3º) Thabita Kibet (QUE) - 2h36m52s
4º) Johames Helario (NAM) – 2h37m15s
5º) Winfrida Kwanboka (QUE) – 2h39m49s
Feminino militar:
1º) Kum Ok Kim (CON) - 2h35m22s
2º) Yanan Wei (CHN) - 2h36m19s
3º) Johames Helario (NAM) – 2h37m15s
4º) Winfrida Kwanboka (QUE) – 2h39m49s
5º) Monika Drybulska (POL) – 2h50m46s

Dessa vez não deu...


O dia 16 de julho é uma data marcante para o futebol uruguaio. Em 1950, a Celeste levou seu último título mundial diante do Brasil no fatídico “Maracanazo”. 61 anos depois, o Uruguai conseguiu um novo grande feito aoeliminar a Argentina da Copa América na também na casa adversária. O episódio, dessa vez, já é chamado de “Elefantazo” devido ao apelido do estádio de Santa Fé, local da partida, ser chamado de “Cemitério dos Elefantes”
Por tudo isso, seria então a hora de transformar a data em feriado nacional no país?
- Pode ser... É uma data muito importante para a gente, né? Foi uma honra ganhar de novo nesta data importante para o Uruguai e novamente fora de casa – afirmou o goleiro Castillo, ex-Botafogo.

BRASIL MUNDIAL: Jornalistas uruguaios vibram e choram com triunfo da Celeste
Atleta do clube carioca, o veterano Loco Abreu, que completou 15 anos de seleção uruguaia, também pediu que o 16 de julho vire feriado.
- Acho que a partir de hoje tem que ser sim – disse o rouco atacante que, se não participou dentro de campo do triunfo nos pênaltis diante dos hermanos, gritou bastante fora dele.
Lugano com os pés no chão
Mais contido, o capitão Lugano concordou com os companheiros, mas fez uma ressalva.
Messi, ao fundo, passa sem falar com a imprensa enquanto Lugano é entrevistado (Foto: Marcos Felipe / GLOBOESPORTE.COM)Lugano conversa com a imprensa após triunfo
(Foto: Marcos Felipe / GLOBOESPORTE.COM)
- Talvez daqui a um tempo pode ser que esse 16 de julho seja feriado, mas só se o Uruguai for campeão. Se não, não adianta nada porque esse jogo foi válido apenas pelas quartas de final – observou.
O lateral-esquerdo Cáceres, responsável pela última cobrança na série de pênaltis que garantiu a classificação uruguaia às semifinais, lembrou que o time deve se focar no próximo rival: a seleção peruana.
- Estamos muito contentes por ganhar da Argentina em um estádio lotado. Na verdade nunca havia batido um pênalti tão importante. Decidi (como cobrar) no momento em que fui para a bola e, bom, dei sorte. Estou contente por meus companheiros e também pelos compatriotas que estão no Uruguai. Mas vamos desfrutar só um pouco porque já temos um jogo muito importante contra o Peru – observou, referindo-se ao duelo da próxima terça-feira, em La Plata.